Em 12 de agosto de 2026, o mercado cripto registrou novidades: a DEX colocou no ar em 10/08 um portal dedicado a ETFs. A plataforma traz notícias, análises e conteúdo educativo para iniciantes e profissionais.
No dia 12 de agosto de 2026, diversas novidades e inovações no mercado de criptomoedas foram anunciadas, destacando-se eventos importantes e novas integrações.
A DEX lançou um portal dedicado ao mercado de ETFs (Exchange Traded Funds), que foi ao ar em 10 de agosto. Este espaço visa fornecer notícias, análises, artigos e materiais educativos sobre fundos de índice, atendendo tanto investidores iniciantes quanto profissionais do setor. O conteúdo abrange conceitos básicos de ETFs, estratégias de alocação e fatores macroeconômicos que influenciam os investimentos.
A Chainless, por sua vez, apresentará uma integração com a Ondo Global Markets no Blockchain.RIO 2026. Essa parceria tem como objetivo oferecer exposição econômica tokenizada a ações e ETFs negociados nos Estados Unidos. Inicialmente, o acesso ao produto será restrito a investidores qualificados, em conformidade com o desenvolvimento regulatório no Brasil. A Chainless atua como provedora de tecnologia e não é uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central do Brasil, mas já alcançou aproximadamente 40 mil clientes e processou mais de R$ 500 milhões desde seu lançamento.
Outra inovação significativa foi a realização da primeira escrituração de uma Duplicata Escritural pela Núclea, no ambiente de Produção Assistida, com supervisão do Banco Central do Brasil. Essa etapa representa um avanço importante na implementação do novo modelo de duplicatas, permitindo testar a interação entre participantes e infraestruturas do ecossistema de escrituração.
Uma pesquisa realizada pela Núclea, em parceria com o IBPad e a Môre Consultoria, revelou que 82% das instituições financeiras consultadas têm planos de operar com Duplicata Escritural. Além disso, 88% esperam que esse modelo amplie a distribuição de crédito no país.
O e-commerce brasileiro Homedock, que já aceitava Bitcoin desde 2024, agora se integrou à plataforma BitcoinBR, ampliando suas opções de pagamento em criptomoedas. Os clientes podem realizar pagamentos diretamente pela rede principal do Bitcoin, utilizando operações on-chain ou a Lightning Network.
Enquanto isso, o Bradesco anunciou que começará a vender Bitcoin, Ethereum e Solana diretamente em seu aplicativo, além de oferecer custódia de ativos. Essa ação reflete a crescente aceitação das criptomoedas no setor financeiro tradicional.
A B3 também reportou resultados positivos, com uma receita de R$ 3,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, um crescimento de 12,2% em relação ao ano anterior. No campo dos ativos digitais, a B3 iniciou testes para sua stablecoin, B3RL, e recebeu autorização regulatória para atuar na escrituração de duplicatas.
A LiberPay, que foi fundada em 2025, também esteve presente no Blockchain.RIO 2026, apresentando sua infraestrutura para pagamentos com criptomoedas e stablecoins. A empresa destacou a importância de auditoria nas reservas de stablecoins, com 100% dos participantes expressando essa necessidade em uma pesquisa da KPMG/ABCripto.
Fonte: Cointelegraph Brasil
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