O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, acusou os Estados Unidos, neste domingo (26), de tentar “tomar o país” por meio do que chamou de uma “política genocida”.
Desde janeiro, a administração de Donald Trump aplica uma política de pressão máxima sobre a ilha comunista. Além do embargo econômico, que está em vigor desde 1962, foram impostas restrições ao petróleo, juntamente com uma série de sanções adicionais contra empresas e autoridades cubanas.
Essas medidas resultaram em uma queda drástica no turismo, impactando as receitas em moeda estrangeira e levando à saída de inúmeras empresas estrangeiras do país. As sanções mais recentes, anunciadas na quinta-feira, têm como alvo o programa de missões médicas cubanas no exterior, uma das principais fontes de renda de Cuba.
Preços vistos na Amazon em 11/08 e sujeitos a alteração. Como Associado da Amazon, recebo por compras qualificadas.
“Cuba trava hoje uma batalha histórica (…) contra os muros de uma política genocida que busca sufocar toda a população para tomar o país”, declarou Díaz-Canel durante um evento em comemoração ao Dia da Rebelião Nacional na cidade de Pinar del Río, a cerca de 190 quilômetros de Havana.
A situação em Cuba continua a ser um tema de debate internacional, com vários analistas discutindo as implicações das ações dos EUA e suas consequências para a população cubana. O governo cubano tem enfrentado desafios significativos com a combinação de restrições econômicas e as dificuldades internas, exacerbadas pela pandemia de COVID-19.
Os defensores dos direitos humanos e especialistas em política internacional observam que a pressão sobre Cuba pode ter efeitos contrários ao que é pretendido, levando a uma maior resistência por parte da população e do governo. A dinâmica entre Cuba e os EUA continua a ser um fator crucial na política da região, com repercussões que vão além das fronteiras cubanas.
Siga nossas redes e entre no nosso canal exclusivo de notícias.






