Eliminadas nas semifinais da Copa do Mundo de 2026, França e Inglaterra ainda têm um objetivo importante pela frente. As seleções disputam, HOJE, em Miami, o terceiro lugar do torneio, posição que garante uma premiação superior à do quarto colocado.
A Fifa distribui, nesta edição, mais de US$ 650 milhões (cerca de R$ 3,3 bilhões) em premiações às seleções participantes, o maior valor da história da competição. O aumento acompanha a expansão do Mundial para 48 equipes, refletindo o crescente investimento no futebol mundial.
Ao chegarem às semifinais, franceses e ingleses já asseguraram uma premiação mínima de US$ 81 milhões (aproximadamente R$ 415 milhões), quantia destinada ao quarto colocado. Esse montante já representa uma conquista significativa para ambas as seleções, que lutaram arduamente para chegar até aqui.
Quem vencer a disputa pelo terceiro lugar receberá um bônus maior. A Fifa paga US$ 83 milhões (cerca de R$ 423 milhões) ao terceiro colocado, ou seja, US$ 2 milhões a mais do que o valor destinado ao quarto lugar.
Além das premiações, a Fifa prevê gastos de até US$ 3,756 bilhões com a realização da Copa do Mundo no ciclo 2023-2026. Desse montante, US$ 1,1 bilhão corresponde às despesas operacionais da entidade, incluindo investimentos em transporte relacionado aos eventos, que somam US$ 159 milhões, e US$ 23 milhões para a arbitragem. É importante destacar que o orçamento divulgado não considera os custos assumidos pelos governos dos países-sede, que também investem significativamente para garantir a realização do evento.
Esses números ressaltam a grandeza do evento e a importância econômica do futebol no cenário global, além de evidenciar o alto nível de competição entre as seleções que buscam não apenas a glória esportiva, mas também os benefícios financeiros que acompanham esse prestígio.
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