Os Estados Unidos interceptaram mísseis lançados pelo Irã em direção à Jordânia. De acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF), os projéteis tinham como alvo a cidade jordaniana de Aqaba, localizada próxima à fronteira com Israel. As autoridades locais alertaram que sirenes poderiam ser acionadas no sul de Israel devido ao risco de impactos.
A Jordânia informou que interceptou três mísseis iranianos. Um quarto caiu em uma área remota do país. Explosões também foram reportadas na cidade israelense de Eilat, enquanto sirenes de alerta soaram em território jordaniano.
Esses ataques ocorreram após a morte de dois militares dos Estados Unidos na Jordânia, durante uma ofensiva que envolveu mísseis balísticos e drones, atribuída ao Irã. Um terceiro militar continua desaparecido, enquanto outros quatro ficaram feridos e foram levados a hospitais na Jordânia, recebendo alta posteriormente.
Em resposta a essa escalada de hostilidades, as forças norte-americanas intensificaram os ataques ao Irã por ordem do presidente Donald Trump. Segundo autoridades de Washington, essa operação visa reduzir a capacidade do Irã de ameaçar a navegação comercial no Estreito de Ormuz e retaliar integrantes da Guarda Revolucionária Islâmica pelos ataques contra os militares norte-americanos na Jordânia.
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As Forças Armadas do Irã afirmaram ter lançado drones contra duas bases militares dos EUA no Kuwait, em retaliação aos bombardeios realizados pelos Estados Unidos durante a madrugada.
A Embaixada dos Estados Unidos em Amã, capital da Jordânia, emitiu um alerta de segurança após identificar uma ameaça considerada crível. As autoridades jordanianas evacuaram o Aeroporto Internacional de Aqaba e o porto da cidade, orientando a população a seguir rigorosamente as medidas de segurança. A embaixada recomendou que cidadãos norte-americanos não viajem ao aeroporto nem ao porto de Aqaba, que é o único porto marítimo da Jordânia. Além disso, reiterou a orientação para evitar bases militares na Jordânia, lembrando que, desde 2 de março de 2026, Washington determinou a retirada de funcionários não essenciais do governo e de seus familiares devido aos riscos de segurança.
O Departamento de Estado dos EUA também emitiu um alerta global, orientando os cidadãos norte-americanos a “exercerem maior cautela”, especialmente aqueles que se encontram no Oriente Médio.
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