No dia 21 de julho de 2026, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, apresentou informações alarmantes sobre os custos da guerra contra o Irã. Durante uma audiência no Senado, ele revelou que os gastos já somam 37,5 bilhões de dólares, equivalentes a R$ 190,8 bilhões, um aumento significativo em relação à estimativa anterior de 29 bilhões de dólares.
“A estimativa que temos hoje é de 37,5 bilhões”, afirmou Pete Hegseth, enquanto defendia um pedido do governo Trump para ampliar o orçamento do Pentágono em 67 bilhões de dólares, ou R$ 340 bilhões.
A guerra, que começou em 28 de fevereiro com uma ofensiva conjunta entre Israel e os Estados Unidos, foi suspensa após um cessar-fogo em abril. No entanto, desde o início de julho, as hostilidades foram retomadas, causando um aumento sem precedentes na violência. Os ataques entre as forças envolvidas tornaram-se diários, trazendo uma série de incidentes marítimos, especialmente no Estreito de Ormuz.
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O estreito, uma via estratégica para o comércio global, já havia sido reaberto como parte de um acordo destinado à paz, mas com a nova escalada de conflitos, o tráfego marítimo voltou a ser drasticamente afetado. Antes do início da guerra, quase um quinto do comércio mundial de hidrocarbonetos transitava por essa importante rota.
Após o bloqueio iraniano, os Estados Unidos reimpuseram restrições aos portos iranianos, que haviam sido levantadas como parte do acordo-quadro. Recentemente, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou que interceptou quatro navios que tentavam cruzar o estreito sem autorização. Além disso, dois petroleiros teriam explodido após colidir com minas na região, agravando ainda mais a situação.
A escalada das tensões no Oriente Médio continua a ser uma preocupação global, com as implicações da guerra afetando não apenas os países envolvidos, mas também o comércio e a segurança internacional.
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