O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, anunciou a sua desistência da pré-candidatura à Presidência da República. A confirmação ocorreu em uma conversa com João Caldas, presidente do Democracia Cristã (DC), partido ao qual Barbosa se afiliou recentemente.
No último sábado, dia 16, o Democracia Cristã havia revelado a pré-candidatura de Barbosa ao Palácio do Planalto, destacando a sua capacidade de promover a união nacional e a reconstrução da confiança do povo brasileiro nas instituições. A decisão de Barbosa de não seguir em frente com a candidatura foi uma surpresa para muitos, especialmente considerando a expectativa em torno de sua entrada na política.
“A candidatura do Joaquim representa a possibilidade de união nacional e reconstrução da confiança do povo brasileiro nas instituições”, declarou João Caldas.
A adesão de Joaquim Barbosa ao Democracia Cristã gerou diversas reações no cenário político. Em janeiro, o partido já havia lançado a pré-candidatura do ex-ministro e ex-deputado federal Aldo Rebelo. Este, por sua vez, reafirmou sua intenção de concorrer, afirmando que sua pré-candidatura permanece “mantida, conforme convite e compromisso da direção nacional do Democracia Cristã”.
Aldo Rebelo expressou sua convicção de que foi escolhido para levar adiante um projeto de união e desenvolvimento do Brasil, baseado em sua biografia e experiência na administração pública e no Congresso Nacional. A situação atual do Democracia Cristã agora levanta questões sobre os próximos passos da sigla em relação às eleições de 2026, especialmente com a saída de um nome tão relevante quanto Joaquim Barbosa.
Com a desistência de Barbosa, o partido deverá reavaliar suas estratégias e candidatos, enquanto os eleitores e a sociedade civil aguardam as definições que moldarão o cenário político para o próximo pleito presidencial.
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