Levantamento do PoderData indica que 52% dos brasileiros apoiam relações comerciais mais próximas com Pequim, enquanto 35% preferem ampliar a troca com os EUA. O estudo também aponta variações por região.
Uma pesquisa recente do PoderData, divulgada nesta sexta-feira (24), mostrou que 52% dos brasileiros acreditam ser mais benéfico para o país ter relações comerciais mais estreitas com a China. Essa opinião reflete uma tendência crescente entre os entrevistados, que analisam as possibilidades de expansão econômica e comercial no cenário global.
Dos participantes da pesquisa, 35% expressaram a preferência por uma maior troca comercial com os Estados Unidos, evidenciando um equilíbrio nas opiniões sobre os dois gigantes econômicos. O levantamento revelou uma divisão regional interessante, com diferentes preferências dependendo da localização geográfica dos entrevistados.
No Sudeste, 51% dos participantes mostraram uma clara preferência pelo mercado chinês, enquanto 35% optaram pelo norte-americano. Essa tendência pode ser atribuída ao crescente comércio entre o Brasil e a China, que nos últimos anos se tornou um dos principais parceiros comerciais do país.
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No Centro-Oeste, a situação é um pouco diferente, com 46% dos entrevistados preferindo priorizar as relações com os Estados Unidos, enquanto 45% ainda consideram vantajosas as trocas comerciais com a China. Essa diversidade de opiniões pode refletir as diferentes realidades econômicas e as necessidades regionais.
No Nordeste, a preferência pelo mercado chinês é ainda mais acentuada, com 60% dos entrevistados optando por priorizar as relações com a China, em contraste com 28% que escolheram o norte-americano. Esse dado é indicativo do papel crescente da China na economia nordestina.
Na região Sul, 47% dos participantes preferem relações comerciais com a China, enquanto 40% optam pelos Estados Unidos. No Norte, 46% demonstraram preferência pelo mercado chinês, em comparação com 42% que preferem o norte-americano.
A pesquisa foi conduzida entre os dias 18 e 20 de julho, com um total de 2.500 entrevistados, através de ligações telefônicas. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, com uma taxa de confiança de 95%, o que proporciona um retrato confiável da opinião pública sobre este importante tema.
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