Nem toda experiência melhora com exploração livre. Títulos que dependem de ritmo e momentos coreografados se perdem ao virar mapas enormes. Veja exemplos que perderam sua força.
Os mundos abertos estão por toda parte atualmente. Se um jogo não pede que você escale torres ou passe 80 horas viajando entre objetivos, parece quase uma exceção. Entretanto, maior nem sempre significa melhor. Algumas das melhores experiências no mundo dos games funcionam porque têm um ritmo bem definido e sabem exatamente quando levar você ao próximo momento inesquecível. Tentar estender cada grande jogo em uma aventura de mundo aberto muitas vezes dilui o que o torna especial desde o início. Esses jogos provam que, às vezes, menos realmente é mais.
1. Call of Duty – Apesar das críticas, suas campanhas são como filmes de ação jogáveis, mantendo um ritmo emocionante.
2. Dispatch – Este jogo se destaca como uma série interativa, onde cada conversa leva naturalmente ao próximo ato, mantendo o jogador investido.
3. Marvel’s Guardians of the Galaxy – A dinâmica entre os personagens é tão divertida que um mundo aberto poderia interromper o fluxo da narrativa e das interações.
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4. South of Midnight – Utiliza uma estrutura linear que se assemelha a um conto de fadas, onde cada capítulo revela mais do folclore sulista.
5. Stray – A visão do mundo através dos olhos de um gato é encantadora e um mundo aberto poderia torná-la menos crível.
6. Life is Strange – Focado em relacionamentos e consequências, um mundo aberto distraíria da verdadeira essência da história.
7. Detroit: Become Human – A urgência das decisões ficaria comprometida em um ambiente de mundo aberto, tornando a narrativa menos impactante.
Esses exemplos mostram que, em muitos casos, a experiência de jogo é mais rica e envolvente quando as mecânicas são focadas e a narrativa é guiada. O que torna um jogo inesquecível pode ser a sua capacidade de levar o jogador em uma jornada cuidadosamente construída, onde cada elemento é pensado para manter a imersão e a conexão emocional. Portanto, a ideia de transformar todos os jogos em mundos abertos pode não ser a melhor abordagem.
Fonte: The Gamer – Games
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