A empresa registrou lucro líquido de R$167,9 milhões, alta de 36,2% ante o 2º tri de 2025. A receita líquida cresceu para R$2,69 bilhões, avanço de 3,3% impulsionado por vendas e eficiência.
A Riachuelo (RIAA3) apresentou resultados impressionantes para o segundo trimestre de 2026, consolidando-se como uma referência no setor de moda. O lucro líquido da varejista alcançou R$ 167,9 milhões, marcando um crescimento de 36,2% em comparação ao mesmo período do ano anterior, estabelecendo assim um novo recorde histórico para a companhia nesse trimestre.
A receita líquida consolidada também teve um desempenho positivo, totalizando R$ 2,69 bilhões entre abril e junho, um avanço de 3,3% em relação aos R$ 2,60 bilhões do ano passado. Este crescimento foi impulsionado pela sólida performance das vendas de vestuário e pela ampliação dos serviços financeiros.
1. Ebitda em alta – O Ebitda consolidado atingiu R$ 460,6 milhões, representando um aumento de 12,7% na comparação anual. A margem Ebitda subiu 1,4 ponto percentual, atingindo 17,1%, o que evidencia um aumento na eficiência operacional da empresa.
2. Crescimento nas vendas de vestuário – O segmento de vestuário foi um dos principais responsáveis pelo sucesso, com uma receita líquida que cresceu 8,9%, totalizando R$ 1,75 bilhão. As vendas nas mesmas lojas (SSS) também apresentaram um aumento de 7,8%, marcando o 12º trimestre consecutivo de crescimento.
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O desempenho foi sustentado por uma combinação eficaz de estratégias que incluem melhorias nos processos de precificação e uma maior participação de produtos de inverno nas vendas. A margem bruta de vestuário atingiu 59,2%, um ganho de 1,9 ponto percentual em relação ao ano anterior.
3. Expansão do canal digital – A Riachuelo também destacou o crescimento acelerado de seu canal digital, que foi apoiado pela tecnologia proprietária e pelo uso de inteligência artificial. Essa estratégia permitiu à empresa manter sua competitividade em um mercado em constante evolução.
4. Resultados nos serviços financeiros – No setor de serviços financeiros, a Midway apresentou um crescimento consistente, com uma receita líquida que aumentou 6,5%, somando R$ 684,2 milhões. A empresa manteve uma política conservadora de concessão de crédito, o que resultou em uma inadimplência de curto prazo controlada, com um indicador de 6,9% entre 15 e 90 dias.
Com um lucro bruto que cresceu 8,5%, totalizando R$ 1,7 bilhão, e despesas operacionais que aumentaram apenas 3%, a Riachuelo conseguiu manter sua alavancagem operacional. A empresa encerrou o mês de junho com uma dívida líquida pro forma de R$ 943 milhões, representando uma alavancagem de 0,5 vez o Ebitda, estável em relação ao ano anterior.
A Riachuelo reafirmou seu compromisso com a modernização de suas lojas e continuará investindo na expansão da rede e em iniciativas de transformação digital e automação logística.

Fonte: InfoMoney – Mercado
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