O presidente dos EUA reafirmou neste domingo que o entendimento com Teerã veda o acesso iraniano a armas nucleares. Detalhes ainda estão sendo negociados com representantes iranianos.
Na noite de domingo, 31 de maio de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma declaração importante sobre o acordo de paz em andamento com o Irã. Em uma postagem na plataforma Truth Social, Trump afirmou que o acordo deixa claro que Teerã não terá acesso a armas nucleares.
“Na verdade, é sobre isso que a maior parte do acordo trata”, disse o presidente, enfatizando a importância do entendimento entre as nações. Trump também mencionou que detalhes adicionais estão sendo discutidos com os representantes iranianos.
Enquanto isso, o Irã reiterou sua posição, afirmando que abrir mão da questão nuclear não está em pauta no momento. O ministro de Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, destacou que a troca de mensagens com Washington está em andamento e pediu cautela quanto a interpretações precipitadas. “Tudo o que está sendo dito neste momento são especulações”, observou Araghchi, enfatizando que as informações não devem ser levadas a sério até que um resultado concreto seja alcançado.
As negociações continuam, com mediadores trabalhando em um memorando de entendimento entre o Irã e os Estados Unidos desde a manhã do dia 31. Informações indicam que Trump realizou edições significativas no memorando na última sexta-feira, 29 de maio, enviando a proposta revisada de volta a Teerã para aprovação.
Esta é a terceira rodada de alterações feitas pelo presidente na proposta, que tem sido trocada entre as partes por meio de mediadores. Embora os detalhes das mudanças não tenham sido divulgados, a fonte que revelou as informações mencionou que as alterações foram consideráveis.
O clima de expectativa paira sobre as negociações, com a comunidade internacional observando atentamente o desenrolar dos eventos. O impacto de um possível acordo de paz pode ser significativo, não apenas para as relações entre os Estados Unidos e o Irã, mas também para a estabilidade regional e global.
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