O desejo de criar uma experiência claramente distinta de Super Mario Odyssey levou a equipe da Nintendo a desenvolver a mecânica de destruição que define Donkey Kong Bananza. Em conversa com o site GamesRadar+ durante a GDC 2026, o produtor Kenta Motokura explicou que o ponto de partida foi pensar “que tipo de coisa um humano não consegue fazer? Que tipo de coisa Mario não consegue fazer?”. A resposta resultou em um sistema que permite a Donkey Kong quebrar pedras, paredes e outros elementos do cenário usando força bruta.
Discussão com Miyamoto e Koizumi
Motokura contou que, logo no início do desenvolvimento, a equipe — a mesma que trabalhou em Super Mario Odyssey — procurou Shigeru Miyamoto e Yoshiaki Koizumi para debater características que diferenciam Donkey Kong de Mario. Desses encontros surgiram ideias de gameplay e a definição da tecnologia necessária para viabilizar o alto nível de destruição presente no jogo.
Força física como identidade
O produtor destacou que o porte musculoso do personagem justificava a adoção de mecânicas baseadas em impacto e demolição. Segundo ele, a combinação de liberdade de exploração, segredos escondidos e cenários destrutíveis reforça o apelo único de Donkey Kong. “Queremos encontrar as diferenças entre as duas propriedades intelectuais e apresentá-las como variedade para o público”, afirmou.
Repercussão e futuro
Lançado em 17 de julho de 2025 para Nintendo Switch, Donkey Kong Bananza acumula média de 91/100 no OpenCritic, com recomendação de 99% dos críticos, e classificação ESRB Everyone 10+ por violência fantasiosa e compras dentro do jogo. Motokura adiantou ainda que algumas ideias testadas em Bananza podem “servir de pista” para o próximo projeto do estúdio.
Imagem: Internet
Com informações de TheGamer
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