Comunicação entre torres e aeronaves falhou em Guarulhos e Congonhas nesta terça. Pousos e decolagens foram suspensos, deixando passageiros sem informação.
Na manhã do dia 2 de junho de 2026, um problema na comunicação entre a torre de controle e as aeronaves afetou significativamente a operação dos voos nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, em São Paulo. Este incidente gerou preocupações entre os passageiros, que relataram nas redes sociais dificuldades em relação a pousos e decolagens, além de uma notável falta de informações durante o período de interrupção.
A Força Aérea Brasileira (FAB), através do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), informou que houve uma interrupção temporária das operações aéreas nos aeródromos da região metropolitana. Em uma declaração oficial, a FAB esclareceu que a suspensão foi causada por um problema técnico operacional externo, mas ressaltou que as aeronaves foram sequenciadas adequadamente, respeitando rigorosamente todos os requisitos internacionais de segurança de voo.
“A suspensão provisória foi motivada por um problema técnico operacional externo. Destaca-se, ainda, que as aeronaves foram devidamente sequenciadas, cumprindo rigorosamente todos os requisitos internacionais de segurança de voo e mantendo o fluxo operacional previsto para os aeródromos,” afirmou a FAB.
Felizmente, as atividades aéreas já foram completamente restabelecidas. Em contato, a Aena, responsável pela administração do aeroporto, confirmou que Guarulhos chegou a ser fechado temporariamente, mas os voos foram retomados em seguida. Contudo, não foram divulgadas informações sobre a duração exata do inconveniente. A GRU Airport também mencionou que a situação se tratou de uma pane no tráfego aéreo de São Paulo.
Vale lembrar que, em abril deste ano, um incidente semelhante ocorreu, quando uma falha técnica no controle regional do espaço aéreo causou a paralisação das operações por mais de uma hora, afetando os aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos. Os desafios na operação dos aeroportos refletem a importância de um sistema de controle aéreo robusto e eficiente, que garanta a segurança e a fluidez do tráfego aéreo nas regiões mais movimentadas do país.
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