Na noite desta sexta-feira, 26 de junho de 2026, um novo tremor de magnitude 4,9 foi sentido na região costeira da Venezuela, especificamente por volta das 19h, segundo informações do Centro Sismológico Euro-Mediterrânico (EMSC).
As cidades de Maracay e Caracas foram as áreas onde o sismo foi mais perceptível. Este evento sísmico se mostrou menos intenso em comparação com os tremores registrados na quarta-feira, 24, que apresentaram magnitudes de 7,2 e 7,5, respectivamente.
Infelizmente, as consequências dos desastres naturais têm sido devastadoras. De acordo com o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o número de vítimas fatais já chega a 920 pessoas em todo o país. O estado de La Guaira, que foi o mais afetado pelos tremores da quarta-feira, se encontra sob completo controle militar, conforme mencionado por Rodríguez durante uma transmissão televisionada.
A situação em La Guaira é alarmante, com uma grande quantidade de prédios desabados, o que gerou críticas por parte dos moradores em relação aos esforços de resgate e à resposta do governo. Muitos expressam a sensação de que a assistência não está sendo adequada para atender às necessidades emergenciais da população.
Além das perdas de vidas, o Ministro da Saúde da Venezuela, Carlos Alvarado, divulgou um balanço no fim da noite de quinta-feira, 25, informando que aproximadamente 4,3 mil pessoas ficaram feridas devido aos tremores. A magnitude dos desastres e a urgência da situação têm exigido uma resposta rápida e eficaz.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, também fez um apelo em um pronunciamento anterior, solicitando que empresas disponibilizem equipamentos necessários para as operações de busca e resgate na região, que foi oficialmente classificada como uma “zona de desastre”. A mobilização de recursos e a colaboração de diferentes setores são essenciais para enfrentar este momento crítico e trazer alívio às vítimas afetadas.
Siga o Ensinando a Vencer e receba nossos conteúdos em primeira mão.






