Fontes afirmam que o hacker CyberLeek detém não só clipes, mas uma build jogável de GTA 6. Gravações e provas internas sugerem que o invasor pode expor trechos cruciais da história.
Uma nova sequência vazada de Grand Theft Auto 6 reacende o debate sobre até que ponto o hacker identificado como CyberLeek tem acesso ao jogo. Fontes indicam que o invasor possui não apenas filmagens, mas uma build jogável — incluindo provas como a gravação em que o próprio nome aparece escrito na parede com balas — e isso aumenta significativamente o potencial de vazamento de enredos.
Até então, as imagens públicas mostravam o personagem Jason em cenas isoladas, o que levou muitos a especular que o invasor estaria restrito a uma área limitada ou a um recorte menor da narrativa. Porém, um novo trecho exposto revela um elemento importante ao final de uma sequência:
Return to Lucia.
Esse prompt sugere que o jogador consegue avançar na história, o que torna mais provável o vazamento de cenas com peso narrativo — inclusive possíveis reviravoltas e o final. A descoberta muda o cálculo do risco: detalhes de gameplay são problemáticos, mas a exposição de cutscenes chave e do desfecho tem impacto bem maior sobre a experiência de lançamento.
No vídeo divulgado, observa-se Jason dirigindo até um posto, onde aproveita que o motorista está abastecendo para furtar uma caminhonete. Há um confronto físico; o motorista tenta puxá-lo de volta e, em seguida, é atropelado pela caminhonete. Alguns espectadores acreditam ver a perna do homem sendo arrancada, enquanto outros apontam que pode ser apenas uma dobra visual. Em seguida, a caminhonete entra em sentido contrário e explode, matando o motorista instantaneamente. Após a tela escurecer com o efeito tradicional de jogo, aparece a transição:
“Wasted”
Logo depois, Jason acorda em um banheiro público e o prompt de retorno para Lucia é exibido.
Enquanto isso, a editora Take-Two Interactive intensifica a investigação e já acionou medidas legais que incluem intimações para obter registros da Microsoft e do Discord. Há também boatos persistentes de que o invasor teria acionado um mecanismo tipo “dead man’s switch”: caso seja preso, uma build jogável poderia ser liberada automaticamente, amplificando o dano. Uma vez disseminado na internet, conteúdo assim é muito difícil de ser completamente removido.
Entre profissionais do setor, há opiniões divergentes sobre a gravidade do conjunto de vazamentos. Um veterano da indústria descreveu a série de revelações recentes com um termo crítico —
“nothing burger”
— mas o novo indício de progressão narrativa eleva a preocupação, sobretudo em relação a spoilers que poderiam antecipar material que a produtora pretendia revelar em apresentações oficiais.
Para jogadores e entusiastas, a recomendação prática é evitar procurar ou compartilhar conteúdos não oficiais que possam estragar a experiência planejada pelos desenvolvedores. A vigilância de direitos e os processos em andamento indicam que as próximas semanas serão decisivas para saber até onde esses vazamentos irão e como isso afetará o lançamento previsto para 19 de novembro de 2026, classificação ESRB pendente (provável Mature 17+), desenvolvido e publicado pela Rockstar Games.
Fonte: The Gamer – Games
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