Em São Paulo, a LOUD venceu a G2 por 2 a 0 e seguiu viva nos playoffs do VCT Americas. A 100 Thieves também fez 2 a 0 sobre a NRG e confirmou vaga para o Champions em Xangai.
A LOUD segue viva nos playoffs do VCT Americas. Jogando diante da torcida brasileira em São Paulo, a equipe venceu a G2 por 2 a 0 na sexta-feira (4) e eliminou a adversária da competição. No outro confronto do dia, a 100 Thieves também venceu a NRG por 2 a 0 e avançou à decisão da região, além de confirmar sua classificação para o Champions Shanghai.
A vitória da LOUD sobre a G2 foi construída em dois mapas e teve como destaque a eficiência nos momentos decisivos da série. A adversária reconheceu problemas especialmente nos retakes e post-plants, situações que a LOUD explorou com consistência para fechar os rounds importantes e garantir o 2 a 0.
“A gente tá colhendo as coisas que plantamos”
Luke usou essa imagem para resumir a trajetória do elenco, que passou por mudanças ao longo da temporada e agora transforma trabalho em resultados. Romanili destacou a dimensão emocional de disputar uma etapa tão relevante em casa e resumiu sua sensação pessoal.
“É um sonho poder representar o maior time do Brasil”
O público em São Paulo teve papel central nas coletivas e no ambiente de jogo: jogadores de diferentes equipes comentaram sobre o volume da torcida, enquanto integrantes da LOUD falaram sobre o trabalho emocional para lidar com a pressão. Luke também apontou que o acompanhamento do psicólogo Bagé foi fundamental durante os playoffs.
No outro duelo do dia, a 100 Thieves derrotou a NRG por 2 a 0 e garantiu vaga no Champions Shanghai. O resultado coloca a organização norte-americana de volta ao palco internacional após participação anterior em Shanghai, e jogadores da equipe encararam a classificação como uma chance de buscar um desempenho superior ao obtido antes.
“Sinto que deixamos muita coisa na mesa da última vez”
Asuna comentou sobre a ambição de corrigir pontos deixados para trás na participação anterior, e ressaltou o significado pessoal de se classificar ao lado de Bang, com quem tem amizade de cerca de seis anos. Timotinho lembrou a evolução da equipe ao longo de 2026: a organização esteve próxima de vagas em momentos distintos da temporada, conquistou uma vaga e o título no EWC e agora chega à Grand Final das Américas com a presença assegurada no Champions.
O técnico da NRG, Bonkar, avaliou a superioridade da 100 Thieves na série, afirmando que a adversária conseguiu jogar de maneira mais rápida e coletiva, enquanto sua equipe acabou dependendo de jogadas individuais em momentos decisivos.
Com os resultados, LOUD e NRG voltam a se enfrentar no sábado (5), às 14h, em uma série melhor de cinco pelas eliminatórias, em partida que definirá quem permanece na corrida pelo título do VCT Americas. A preparação para ambos os times será curta; Romanili lembrou que não há espaço para grandes mudanças táticas entre partidas e que o foco será recuperação e execução do trabalho já desenvolvido.
“Vai ser um jogo muito no que você já sabe”
Para a LOUD, a reta final do torneio representa também a consolidação de um elenco que precisou ser reconstruído ao longo do ano. Erde reconheceu dificuldades no início de sua trajetória como IGL e disse estar em evolução na função, enquanto TKzinho destacou confiança no próprio estilo de jogo e no suporte dos companheiros. A 100 Thieves, por sua vez, já assegurou uma conquista importante: a viagem para o Champions Shanghai.




Fonte: Olhar Digital
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