Um articulista do portal especializado TheGamer publicou uma relação de dez jogos de tabuleiro amplamente elogiados pelo público, mas que, segundo ele, não oferecem a diversão esperada. No texto, o autor explica individualmente por que títulos considerados indispensáveis em muitas mesas não o cativam.
Pandemic
O autor afirma que, na prática, a proposta cooperativa acaba transformando a partida em uma experiência controlada por um único jogador mais experiente, deixando os demais como meros executores de instruções.
Catan
Apesar do reconhecimento mundial, o jogo é criticado pela dependência dos dados. Para o articulista, uma sequência de rolagens desfavoráveis inviabiliza qualquer plano estratégico.
Ticket to Ride
Mesmo elogiando a simplicidade das regras, o texto aponta que a dinâmica de comprar cartas e colocar vagões se torna repetitiva após várias partidas, com poucas ocasiões de tensão real além de eventuais bloqueios de rota.
King of Tokyo
O jogo de monstros gigantes é descrito como prolongado e, muitas vezes, encerrado de forma anticlimática, seja por um lançamento de dados afortunado ou por uma carta pontual que decide o vencedor.
Munchkin
Embora o humor inicial agrade, o autor diz que a experiência se estende demais devido às constantes negociações e debates entre os participantes, ofuscando qualquer estratégia mais consistente.
Gloomhaven
O extenso RPG de tabuleiro é comparado a um “emprego de meio período” por exigir longo tempo de preparação, desmontagem e gestão de regras, o que, segundo o texto, substitui a sensação de aventura por uma rotina burocrática.
Splendor
Ao avaliar o título de construção de motores, o autor reclama da ausência de emoção ou interação direta, classificando a partida como “um problema matemático sem alma”.
Imagem: Internet
Cards Against Humanity
Apesar de reconhecer o poder de quebrar o gelo em novos grupos, o articulista considera que o impacto das cartas deixou de surpreender, resultando em piadas repetidas e, às vezes, constrangedoras.
Scythe
O design e a arte são elogiados, mas o texto aponta um conflito entre expectativa e realidade: em vez de grandes batalhas de mechs, a maior parte do tempo é gasta otimizando recursos no tabuleiro individual.
The Mind
Por fim, o jogo cooperativo de silêncio absoluto é descrito como “momento compartilhado de estresse”, no qual a falta de comunicação gera mais ansiedade do que conexão entre os participantes.
Com essa lista, o autor destaca que nem todo sucesso de crítica e público agrada a todos os perfis de jogadores, e reforça a importância de diferentes experiências na mesa.
Com informações de TheGamer
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