Em artigo publicado no site TheGamer, um jogador na faixa dos 40 anos, com décadas de experiência em diversas plataformas, declarou que não se sente motivado a jogar títulos que não ofereçam ferramentas de personalização de personagem. Segundo ele, a possibilidade de alterar aparência, roupas ou acessórios é decisiva para criar vínculo com a narrativa.
Preferência por jogos que permitem criar o próprio avatar
O autor cita exemplos como a série Fallout, franquias de luta livre, games como Fortnite e diversos títulos de serviço contínuo. Em Fortnite, por exemplo, ele utiliza o visual de Jar Jar Binks e veículos inspirados em Knight Rider e Tartarugas Ninja para reforçar a identidade pessoal dentro do jogo.
Primeiros contatos com editores de personagem
A relação com a customização começou no Nintendo 64, com WCW/NWO Revenge, onde era possível editar lutadores pré-existentes. O interesse cresceu em Wrestlemania 2000, que já trazia um sistema de criação completo, permitindo inserir versões do próprio jogador e de amigos.
Posteriormente, Star Wars: Knights of the Old Republic chamou atenção do autor por associar aparência a escolhas morais, mostrando mudanças visuais conforme o personagem se tornava Jedi ou Sith. O lançamento de Fallout 3 em 2008 consolidou a preferência: desde então, ele passa a buscar ativamente títulos com ferramentas de edição.
Exceções e limitações em jogos com protagonistas fixos
O texto reconhece que algumas franquias dependem de figuras icônicas, como Mario, Nathan Drake ou Solid Snake. Mesmo nesses casos, no entanto, o autor defende a oferta de ajustes estéticos, por menores que sejam. Ele cita Death Stranding: embora o protagonista Sam Porter Bridges mantenha a aparência de Norman Reedus, ainda é possível alterar trajes e equipamentos.
Imagem: Internet
Mercado já avança, mas expectativa cresce
O autor observa que jogos esportivos oferecem suítes de criação há anos e destaca exemplos recentes, como Donkey Kong: Bonanza, que libera fantasias para Donkey Kong e Pauline conforme o avanço na campanha. Para ele, a tendência deve se expandir a todos os segmentos: “Quero jogar todos os seus games, mas preciso ser eu mesmo neles”, conclui.
Com informações de TheGamer
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