O portal norte-americano TheGamer publicou um levantamento que compara a resistência dos tradicionais potes quebráveis encontrados em diversos títulos da série The Legend of Zelda. O site analisou como cada exemplar reage a golpes, arremessos e até a simples quedas em jogos lançados para consoles e portáteis da Nintendo.
Os potes mais difíceis de destruir
Link’s Awakening e os dois capítulos da linha Oracle, lançados para Game Boy, lideram a categoria de maior durabilidade. Nessas aventuras, o herói não consegue destruir os recipientes com a espada comum nem carregá-los sem o auxílio do item Pulseira do Poder. A dureza do material também impede que os potes sejam partidos com armas básicas, exigindo melhorias no equipamento para que se despedacem.
Já em Ocarina of Time e Majora’s Mask, primeiros títulos em 3D da franquia, os potes ganharam fama definitiva. Há inclusive uma sala em Ocarina onde um guarda autoriza Link a quebrar quantos objetos quiser. Apesar de sucumbirem à espada, eles resistem a investidas como rolagens do protagonista e podem até romper bastões Deku quando atingidos.
Durabilidade intermediária
No recém-lançado Echoes of Wisdom, Zelda é capaz de materializar potes à vontade. Testes feitos pelo TheGamer mostraram que eles suportam ataques de inimigos como Wolfos, mas cedem diante de pedregulhos ou investidas de Moblins, revelando resistência moderada.
The Minish Cap, do Game Boy Advance, destaca-se por transformar potes em armas eficazes. Arremessados contra adversários, causam mais dano que a espada inicial, sugerindo construção pesada e resistente.
Em A Link to the Past, primeiro jogo a exibir potes na série, Link ergue e quebra os objetos sem dificuldade, porém só consegue parti-los com a espada após uma atualização da lâmina.
Potes mais frágeis
No sombrio Twilight Princess, a aparência realista dos potes contrasta com a fragilidade: o herói chega a lançá-los com uma só mão, indicando pouca robustez. Situação parecida ocorre em Skyward Sword, onde quase qualquer ferramenta — do besouro voador ao estilingue — destroça os recipientes, que até se despedaçam ao rolarem lentamente contra paredes.

Imagem: Internet
Os títulos de Nintendo 3DS A Link Between Worlds e Tri Force Heroes exibem potes considerados os mais quebradiços do catálogo: basta um empurrão ou o impacto de objetos leves, como arbustos, para que estilhacem.
Por fim, em Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, ambientados em um Hyrule devastado, os potes minúsculos se desintegram com um simples toque de gravetos. O sistema de arremesso de itens de Tears permite destruí-los até com maçãs ou ervas, e soltá-los de pequena altura já provoca a ruptura imediata.
O ranking, segundo o TheGamer, reforça como um elemento aparentemente secundário se tornou marca registrada da franquia desde 1991, influenciando a jogabilidade em diferentes gerações de consoles.
Com informações de TheGamer
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