Um rumor divulgado no canal Moore’s Law is Dead indica que possíveis restrições no desempenho de títulos desenvolvidos para o PlayStation 6 seriam motivadas, sobretudo, pela necessidade de portar esses jogos para PC, e não pelo suposto novo portátil da Sony.
A discussão surgiu em episódio recente do podcast dedicado a especificações de hardware. Convidado da transmissão, Bryan Heemskerk, desenvolvedor do estúdio Massive Damage, afirmou que as adaptações para computador tendem a ditar os limites técnicos dos futuros lançamentos da marca.
Desenvolvimento já pensado no PC
Segundo Heemskerk, atualmente todo projeto first-party da Sony é concebido considerando uma posterior chegada ao PC. Isso exige que as equipes trabalhem desde cedo com múltiplas configurações de hardware, o que, de acordo com ele, pode impedir que a versão de console explore totalmente o poder do aparelho.
O desenvolvedor citou dois exemplos para ilustrar o cenário. Metal Gear Solid Delta: Snake Eater, remake de MGS 3, não exibiria salto gráfico expressivo em relação a Metal Gear Solid V: The Phantom Pain. Já Death Stranding 2 demonstraria o extremo do motor Decima no PlayStation 5, mostrando como a dedicação exclusiva a um hardware pode resultar em avanços mais visíveis.
Papel do possível portátil
O podcast também abordou o rumor de um novo dispositivo portátil da linha PlayStation. Para os participantes, contudo, a necessidade de reduzir a resolução ou diminuir efeitos visuais para rodar nesses aparelhos demandaria pouco esforço, graças a tecnologias de upscaling por inteligência artificial, como PSSR e FSR 4. Assim, o portátil não seria o principal fator de contenção de desempenho.
Imagem: Reprodução
Os comentários permanecem no campo da especulação; até o momento, a Sony não se pronunciou sobre PlayStation 6, portátil inédito ou requisitos de desenvolvimento para PC.
Com informações de Flow Games
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