A Electronic Arts (EA) pode deixar de ser uma companhia aberta nos próximos dias. Segundo o Wall Street Journal, um consórcio de investidores, que inclui a gestora de private equity Silver Lake e o Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita, negocia a aquisição da editora por cerca de US$ 50 bilhões.
Fontes ouvidas pelo jornal afirmam que as conversas sobre o valor ainda não foram concluídas, mas a transação pode ser anunciada já na próxima semana. Avaliada em torno de US$ 43 bilhões, a EA passaria por uma operação que se tornaria o maior leveraged buyout da história, superando a compra da empresa de energia texana TXU em 2007, então estimada em US$ 32 bilhões.
O que muda com o fechamento de capital
Ao se tornar privada, a EA deixaria de ter ações negociadas em bolsa e passaria a responder diretamente aos novos proprietários. Essa estrutura reduz a supervisão pública e regulatória, permitindo à companhia adotar estratégias de longo prazo sem a pressão imediata de acionistas minoritários.
Perfil da Electronic Arts
Fundação: 27 de maio de 1982
CEO: Andrew Wilson
Sede: Redwood City, Califórnia (EUA)
Estúdios e divisões: EA Sports, Respawn Entertainment, BioWare, EA Vancouver, DICE, Codemasters, EA Mobile
Principais franquias: EA Sports FC (antiga FIFA), UFC, Battlefield, Dragon Age e The Sims
Imagem: Internet
Procuradas, as partes envolvidas não comentaram o andamento das negociações. Caso o acordo seja concluído, marcará uma mudança significativa no cenário da indústria de jogos digitais e no futuro da publisher responsável por algumas das séries mais populares do mercado.
Com informações de TheGamer
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