Um artigo publicado no portal norte-americano TheGamer compilou uma série de “hot takes” – opiniões impopulares – a respeito de títulos consagrados e elementos recorrentes no universo dos jogos de tabuleiro. O texto, sem data especificada, traz críticas diretas a jogos clássicos, mecânicas populares e comportamentos comuns em mesas de jogo.
Monopoly é “aceitável”
O autor afirma que o clássico Monopoly, alvo frequente de críticas por sua duração e tendência a gerar conflitos, “não é tão ruim” quando as regras originais são seguidas, especialmente o sistema de leilões de propriedades.
Catan seria “entediado”
Para o colunista, Catan cumpre função de porta de entrada, mas perde o charme rapidamente. Segundo ele, o fator decisivo costuma ser a distribuição inicial de números, transformando a experiência em dependência de sorte e trocas repetitivas por ovelhas.
Componentes acima de regras complexas
O texto defende que peças visualmente atraentes, dados robustos e miniaturas bem-acabadas pesam mais do que mecânicas sofisticadas apresentadas em jogos “bege” ou com aparência de planilha.
Excesso de dados nem sempre melhora
Embora aprecie rolar dados, o autor vê limite para a aleatoriedade: quando o resultado depende quase só das rolagens, seria preferível “jogar uma moeda” para decidir o vencedor. A exceção apontada é Dungeons & Dragons, onde “quanto mais dados, melhor”.
Deduções sociais em baixa
Jogos que envolvem blefe e mentira, como os de detetive social, são classificados como superestimados. O argumento é que essas partidas premiam quem mente melhor ou fala mais alto, causando stress e desconforto entre amigos.
Scrabble não faz de ninguém grande escritor
Segundo o artigo, dominar o vocabulário de duas letras no Scrabble não equivale a ser “gênio das palavras”. O colunista compara a habilidade ao desempenho em jogos como Codenames, que exigem criatividade diferente.
Imagem: Internet
Piadas de COVID-19 em Plague Inc. já cansaram
Para o autor, batizar doenças fictícias de “The Rona” ou variações semelhantes em Plague Inc. perdeu a graça e deveria ser deixado de lado.
Cards Against Humanity fora da noite de jogos
O texto critica quem leva Cards Against Humanity a encontros de board games. O motivo: falta de estratégia, piadas repetitivas e clima desconfortável após os primeiros minutos.
As declarações refletem a opinião pessoal do articulista e foram publicadas como convite ao debate entre jogadores.
Com informações de TheGamer
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