A presença de armas de fogo é o principal motivo que leva Grand Theft Auto a permanecer situado em cenários norte-americanos, afirmou Dan Houser, cofundador da Rockstar Games, em entrevista ao podcast de Lex Fridman.
Segundo Houser, esse elemento cultural dos Estados Unidos é essencial para entregar a “experiência completa” da franquia. “Você precisa de armas e desses personagens maiores que a vida real”, disse o roteirista, acrescentando que seria “muito difícil” reproduzir o mesmo resultado em cidades fora do país, como Londres — referência ao spin-off GTA London, lançado em 1999.
O desenvolvedor citou ainda que a cultura americana, largamente exportada para o resto do mundo, fornece à Rockstar o contexto necessário para satirizar os Estados Unidos, incluindo o “espetáculo da violência” presente na série. Houser observou que essa identidade se reflete nas versões fictícias de Nova York (Liberty City), Miami (Vice City) e Los Angeles (Los Santos), locais recorrentes na franquia.
Sem revelar detalhes sobre futuros projetos, o cofundador reforçou que a combinação de armas, ambientação urbana e personagens extravagantes continua sendo o alicerce que define GTA desde o primeiro jogo.
Imagem: Rockstar
Com informações de Flow Games
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