Dying Light: The Beast, novo capítulo da franquia da Techland previsto para 19 de setembro de 2025, reforça a mecânica de durabilidade de armas já conhecida pelos fãs da série. No título, nenhum equipamento corpo a corpo é de uso ilimitado, obrigando o jogador a realizar reparos periódicos para mantê-los funcionais.
Como funciona o reparo
A restauração da durabilidade pode ser feita de duas maneiras:
- Inventário: o usuário abre o menu, seleciona a arma danificada e escolhe a opção de consertar, recuperando 100% da barra de integridade;
- Roda de armas: alternativa mais rápida que não pausa o jogo, apenas desacelera o tempo, exigindo atenção a ataques inimigos.
Cada reparo consome sucata, material de fabricação abundante, mas que pode pesar no orçamento se o jogador insistir em manter vários itens. Além disso, existe um limite de vezes que cada arma pode ser consertada: a maioria das peças comuns aceita até três reparos, enquanto exemplares de nível mais alto ou raros permitem quatro. Depois disso, o equipamento quebra definitivamente.
Melhorias aplicadas via upgrade não renovam o número de reparos disponíveis, aspecto que exige planejamento antes de investir recursos em determinado armamento.
Imagem: Internet
Detalhes do jogo
Dying Light: The Beast combina elementos de RPG, ação e horror, oferece modo cooperativo online e recebeu classificação etária Mature 17+ (violência intensa, sangue, linguagem imprópria e uso de drogas). O desenvolvimento e a publicação são assinados pela própria Techland.
Com informações de TheGamer
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