No dia 7 de julho de 2026, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou que os EUA bombardearam o Irã. Este ataque foi uma resposta a alegações de que o país persa atacou navios americanos no Estreito de Ormuz.
“As forças do Comando Central dos EUA iniciaram uma série de ataques poderosos contra o Irã para impor pesados custos por alvejar e atacar navios mercantes tripulados por civis inocentes em uma via navegável internacional. Os ataques americanos são uma resposta aos ataques iranianos contra três embarcações comerciais que transitavam pelo Estreito de Ormuz”, afirmou o CENTCOM.
A agressão iraniana foi classificada pelos EUA como “injustificada, perigosa e uma clara violação do cessar-fogo”. A situação tensa no Estreito de Ormuz, uma das mais importantes vias navegáveis do mundo, levou a um aumento das hostilidades na região.
Em resposta aos bombardeios, a agência de notícias IRIB reportou que foram ouvidas seis explosões na ilha iraniana de Qeshm e sete explosões na cidade de Sirik, além de relatos de explosões na importante cidade portuária de Bandar Abbas. A escalada de confrontos tem gerado preocupações sobre a segurança das rotas comerciais e o potencial impacto na economia global.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã também se manifestou, afirmando que os Estados Unidos violaram repetidamente o memorando de entendimento acordado entre os dois países. O ministério emitiu um alerta sobre possíveis retaliações, enfatizando que “o Irã está emitindo um sério alerta sobre as consequências da violação do tratado pelos Estados Unidos e tomará medidas decisivas para proteger seus interesses e sua segurança nacional”.
A situação continua a evoluir, e as reações internacionais podem influenciar o futuro das relações entre os EUA e o Irã, além das dinâmicas de segurança na região do Oriente Médio.

