Um articulista do site TheGamer relatou ter retomado Animal Crossing: New Horizons, para Nintendo Switch, após um intervalo de cinco anos e afirmou sentir-se “visitante” em sua própria ilha virtual. Segundo o autor, a experiência remeteu à volta à cidade natal depois de muito tempo: o cenário permanece familiar, mas já não provoca o mesmo entusiasmo.
Retorno inesperado
O jogador conta que deixou o game em 2020, período em que o título, lançado em 20 de março daquele ano, serviu de refúgio para muitos durante o início da pandemia de Covid-19. Ao regressar, encontrou a vila praticamente intacta, mas tomada por ervas daninhas e insetos, dando a impressão de que os habitantes virtuais presumiram sua ausência definitiva.
Comparação com a vida real
Ele compara o reencontro digital à sensação de visitar os pais na cidade onde cresceu: lojas, pessoas e prédios continuam ali, porém a ligação afetiva mudou. “Continuo lavando a louça, mas não moro mais aqui”, resume, referindo-se às tarefas diárias do jogo que agora soam como obrigações temporárias.
Ambiente cristalizado em 2020
Para o autor, Animal Crossing: New Horizons permanece ligado à versão de si mesmo de 2020, quando dedicar horas à decoração de quartos improvisados ou cercar montanhas com parques temáticos parecia essencial. Hoje, apesar de opções como remodelar a ilha, trocar moradores ou reiniciar o save, ele afirma não encontrar motivação para reconstruir tudo do zero.
Contexto do jogo
Desenvolvido pela Nintendo EPD, o simulador social tem classificação “Everyone” pela ESRB, suporte a multijogador local e online, e reúne 90/100 de média no OpenCritic, com 99% de recomendações positivas de críticos.
Imagem: Internet
O texto ressalta que outros jogadores mostram entusiasmo ao retornar ao título, mas o autor se vê em minoria — e conclui que, embora continue visitando os vizinhos virtuais, já não “vive” mais naquele lugar.
Com informações de TheGamer
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