Logo após o lançamento oficial de The Outer Worlds 2, em 29 de outubro de 2025, jogadores passaram a reclamar da impossibilidade de se alinhar à facção Protectorate. O grupo militar controla Arcadia, trava uma guerra contra a corporação Auntie’s Choice e se opõe à Ordem dos Ascendentes, mas, diferentemente destas, não possui barra de reputação nem caminhos narrativos que permitam ao protagonista se tornar aliado.
No Reddit, o usuário spikywobble resumiu o descontentamento: “Minha maior reclamação é que não podemos entrar para o Protectorate”. Outros participantes do fórum, como Soggy-Return8876 e korylau, reforçaram que o sistema de facções parece limitado, argumentando que todas apresentam falhas morais — o que, em tese, tornaria coerente permitir ao jogador escolher qualquer lado.
Alguns fãs apontam que, para viabilizar a parceria com o Protectorate, seria necessário escrever um arco exclusivo, capaz de alterar de forma significativa as sequências finais do jogo. Mesmo assim, pedem ao menos uma medição de reputação semelhante à concedida a Auntie’s Choice e à Ordem dos Ascendentes, já que há membros amigáveis do Protectorate que oferecem missões e serviços ao longo da campanha.
Casos de RPGs anteriores, como Fallout: New Vegas — que permite ingressar na facção Caesar’s Legion —, são citados pelos jogadores como exemplo de maior liberdade de escolha. Entretanto, a estrutura narrativa e técnica de The Outer Worlds 2, desenvolvido pela Obsidian Entertainment em Unreal Engine 5, pode ter limitado essa possibilidade.
Imagem: Internet
Apesar das críticas, o título distribuído pela Xbox Game Studios obteve média de 82/100 no OpenCritic, com 89% das análises recomendando o jogo. Classificado para maiores de 17 anos pela ESRB, o RPG de tiro e aventura já está disponível para PC e consoles Xbox.
Com informações de TheGamer
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