Nem todo RPG japonês chega ao status de clássico absoluto. Ainda assim, diversos títulos mal avaliados ou com problemas pontuais oferecem boas horas de diversão. A seguir, veja dez jogos frequentemente criticados, mas que permanecem recomendáveis para quem gosta do gênero.
Digimon Story: Cyber Sleuth
O que é: RPG por turnos lançado em 2 de fevereiro de 2016.
Quem fez: Media Vision; publicação da Bandai Namco Entertainment.
Onde jogar: PS4, PS Vita, PC e Nintendo Switch.
Por que chamou atenção: considerados alguns dos melhores títulos da franquia Digimon, mas a versão original tinha criaturas excessivamente fortes e tradução inconsistente. A Complete Edition corrige parte dos problemas e inclui a continuação Hacker’s Memory.
Shin Megami Tensei: Nocturne
Lançamento: 29 de janeiro de 2004.
Desenvolvimento e publicação: Atlus.
Plataformas: PlayStation 2 e PlayStation 3.
Ponto controverso: picos de dificuldade e mortes aleatórias causadas por habilidades como Mudo. Mesmo assim, o jogo consolidou a fórmula da série.
Final Fantasy XIV: A Realm Reborn
Chegada ao mercado: 27 de agosto de 2013.
Produtora e distribuidora: Square Enix.
Disponível em: PC, macOS, PS3, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S e X.
Detalhe importante: o MMORPG oferece teste gratuito até o nível 70, mas as cerca de 80 horas iniciais da campanha base podem afastar novos jogadores antes do conteúdo mais elogiado.
Tales of Hearts R
Lançamento: 7 de março de 2013.
Responsáveis: Bandai Namco Studios.
Plataformas: PS Vita e iOS (remake do original de Nintendo DS).
Críticas recorrentes: história pouco envolvente e protagonista Kor Meteor considerado irritante, apesar de um sistema de batalha ágil.
Pokémon Scarlet e Violet
Data de estreia: 18 de novembro de 2022.
Estúdio: Game Freak; distribuição pela Nintendo.
Plataforma: Nintendo Switch.
Problemas citados: desempenho instável no modelo original do console. A atualização para o Switch 2 melhora gráficos, mas algumas falhas persistem. O mundo aberto de Paldea continua atraindo fãs antigos.
Lost Sphear
Lançamento: 12 de outubro de 2017.
Quem assina: Tokyo RPG Factory; publicação da Square Enix.
Onde jogar: PS4 e PC.
Destaque: homenagem aos RPGs clássicos, mas com pouca repercussão e enredo considerado esquecível.
Final Fantasy XIII
Chegada às lojas: 9 de março de 2010.
Criação e distribuição: Square Enix.
Plataformas: PS3, Xbox 360 e PC.
Recepção mista: desenvolvimento longo e grande expectativa acabaram gerando decepção. Ainda assim, o sistema de batalha baseado em ATB apresenta ideias interessantes.
Imagem: Internet
Hyperdimension Neptunia
Resumo: série da Idea Factory muitas vezes criticada pelo excesso de fan service. Para jogadores que apreciam referências à cultura otaku e à história da Sega, entrega dezenas de horas de RPG acessível.
Final Fantasy (original)
Situação: título de 1987 considerado fundamental para o gênero, mas hoje sofre com encontros aleatórios constantes e mecânicas datadas. A duração é curta para quem conhece o caminho, mas a experiência exige paciência.
Fate/Extella: The Umbral Star
Data de lançamento: 17 de janeiro de 2017.
Desenvolvedora: Marvelous; publicação da XSEED Games e Marvelous.
Plataformas: PS4, PS Vita, Nintendo Switch, PC, iOS e Android.
O que oferece: jogo de ação no estilo musou com cerca de 21 horas de campanha. Apresenta parte do vasto universo Fate, mas com sistemas de RPG simples.
Mesmo com falhas técnicas, enredos medianos ou curvas de aprendizagem íngremes, esses títulos mostram que vale olhar além das avaliações para descobrir experiências divertidas no universo dos JRPGs.
Com informações de The Gamer
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