Uma lista de personagens de jogos eletrônicos relembra casos extremos de “mal-prática” virtual, apontando profissionais fictícios que tratam pacientes – ou cobaias – de formas nada ortodoxas.
Dr. Mario
O encanador da Nintendo veste jaleco e substitui procedimentos clínicos por cápsulas coloridas lançadas sobre vírus em um tabuleiro que lembra “Tetris”. Não há sinais de equipamento esterilizado ou de certificação médica reconhecida.
Dr. Mundo
Em League of Legends, o gigante roxo empunha um cutelo e uma seringa de conteúdo desconhecido. Seu lema “Mundo vai onde quer” inclui “operar” oponentes a golpes, sem qualquer protocolo de segurança ou licença confirmada.
Dr. Zed
A série Borderlands apresenta um “médico” que admite não possuir registro profissional. Seu consultório é um barracão repleto de ferramentas enferrujadas; curativos improvisados com fita adesiva se misturam à venda de armas e itens médicos duvidosos.
Dr. Tenenbaum
Geneticista de BioShock, Tenenbaum pesquisou a substância ADAM, capaz de alterar o DNA, explorando meninas transformadas nas “Little Sisters”. A busca por avanços científicos resultou em graves violações éticas.
Dr. William Birkin e Dr. Alexia Ashford
Os virologistas de Resident Evil trabalharam para a Umbrella Corporation. Birkin injetou em si mesmo o G-Virus para preservar seu estudo, tornando-se uma criatura letal. Alexia criou o T-Veronica, aplicou a fórmula no próprio corpo e entrou em criogenia para concluir a mutação.
Dr. Neo Cortex
Antagonista de Crash Bandicoot, Cortex conduz experiências genéticas para dominar o mundo. Após criar Crash, tentou eliminar o personagem quando o considerou “defeituoso”, revelando total desprezo por qualquer ética médica.
Imagem: Internet
Dr. Hojo
Em Final Fantasy VII, Hojo realiza hibridizações humanas e testes com criaturas, incluindo o projeto que originou Sephiroth. Para o cientista, pessoas são meros objetos de laboratório.
Dr. Mordin Solus
O salariano de Mass Effect participou da criação da genophage, arma biológica que esterilizou a espécie krogan. Arrependido mais tarde, Mordin ainda carrega a responsabilidade pela catástrofe populacional.
Os casos destacam como a ficção usa a figura do “doutor” para criar vilões ou anti-heróis cujos atos iriam, no mundo real, resultar em cassação imediata de qualquer licença para praticar medicina.
Com informações de TheGamer
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