No último sábado, 30/05, a tensão entre Rússia e Ucrânia aumentou com novos ataques de longo alcance, marcando mais um capítulo na escalada do conflito. O Ministério da Defesa da Rússia anunciou que realizou uma ofensiva contra aeródromos militares e infraestruturas energéticas utilizadas pelas Forças Armadas da Ucrânia. Este movimento foi descrito como uma retaliação aos ataques ucranianos direcionados a alvos civis em território russo.
De acordo com as autoridades russas, a ofensiva envolveu o uso de armas de alta precisão e drones, e todos os alvos foram atingidos com sucesso. A operação contou com a participação de aviões, drones, forças de mísseis e artilharia, que atacaram 148 áreas onde estavam posicionadas tropas ucranianas. Durante a noite e a madrugada, a imprensa da Ucrânia relatou várias explosões em cidades como Kiev, Rivne, Mykolaiv e em partes da região de Zaporizhzhia sob controle ucraniano.
Do lado ucraniano, o presidente Volodymyr Zelensky confirmou que uma instalação da indústria petrolífera russa em Armavir, localizada na região de Krasnodar, foi alvo de operações de longo alcance por parte da Ucrânia. Ele destacou que o alvo estava situado a aproximadamente 500 quilômetros da fronteira ucraniana.
“Estamos legitimamente levando a guerra de volta para o lugar de onde ela veio”, afirmou Zelensky em uma postagem na plataforma X. O presidente expressou gratidão ao Serviço de Segurança da Ucrânia pela operação e reiterou que o país seguirá com seu plano de “sanções de longo alcance” contra a Rússia.
“Todas as formas de nossas sanções, legais e práticas, estão funcionando para aproximar a paz”, acrescentou Zelensky, enfatizando a determinação da Ucrânia em continuar suas ações em resposta ao conflito. A situação permanece tensa, com ambos os lados realizando operações militares que intensificam ainda mais a complexidade do cenário atual.
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