Em acesso antecipado, The Last Caretaker coloca o jogador no papel de um robô encarregado de revitalizar um planeta devastado. A jornada começa em um porão escuro e se expande para áreas externas, onde coleta, criação de itens e sobrevivência são decisivos para garantir um futuro à vida humana. Confira as principais recomendações para os primeiros passos na aventura.
Explore cada canto da área inicial
O objetivo inicial é religar sistemas do prédio e localizar a nave que servirá de base móvel. No entanto, deixar o local apressadamente significa perder recursos valiosos. Após alcançar o nível de habilidade 2, invista o ponto disponível para liberar a ferramenta de desmontagem. Assim, quase todo objeto pode ser destruído e convertido em sucata. Entre os materiais encontrados estão:
- Mobília: cadeiras, sofás e mesas rendem sucata metálica, plástica ou de tecido;
- Barris e caixas vazios: fonte frequente de plástico;
- Metais e baterias quebradas: fornecem metal e, às vezes, plástico;
- Bolsas e sacos de dormir abandonados: geram tecido;
- Robôs e computadores danificados: rendem metal, vidro, peças tecnológicas e fios.
Todas as sobras podem ser processadas no reciclador. No nível 3, é possível fabricar caixas de armazenamento, ideais para organizar materiais antes de zarpar.
Use os bastões luminosos como guia
Bastões espalhados pelo chão indicam o caminho principal, apontando vãos, dutos de ventilação e salas essenciais. Eles também ajudam na volta, já que o prédio é extenso. Futuramente, o jogador pode fabricar bastões próprios, mas recolher os existentes faz com que apaguem, dificultando a orientação.
Energia é prioridade
Manter a nave abastecida é fundamental. No nível 2, a receita de painéis solares fica disponível; no nível 3, libera-se a turbina eólica. Instale os geradores no deque frontal e conecte cabos elétricos para alimentar reciclador, bancada de criação, estação de vitalidade e sistema de backup. Tempestades danificam o equipamento com mais rapidez, exigindo consertos periódicos com ferro, cobre, plástico e tecido.
Evite confrontos sempre que possível
É possível atacar inimigos com a tecla C, utilizando pé-de-cabra, desmontador ou pistola elétrica recarregável (desbloqueada no nível 2). Mesmo assim, no início, a melhor tática é se esconder. Em Beacon 49, por exemplo, pequenas criaturas podem dominar o jogador com facilidade. Abrigar-se no edifício com estação de vitalidade e ponto de backup costuma garantir segurança durante a noite. Os piores inimigos são lesmas negras velozes, que morrem ao amanhecer; basta trancar portas, esperar e depois reciclar a matéria orgânica deixada por elas.
Imagem: Internet
Abuse do parkour para progredir
Quando travado, procure respiradouros quebrados, canos e caixas móveis para abrir caminho ou alcançar telhados. A água amortece quedas, permitindo saltos mais ousados. Lembre-se de baixar escadas amarelas por cima para criar atalhos e salve com frequência.
Acompanhe habilidades e aprimoramentos
Derrubar, reparar e combater geram experiência. Cada nível concede pontos de habilidade — essenciais para desbloquear receitas — e aprimoramentos que melhoram vitalidade, capacidade de carga, eficiência da bateria ou profundidade de mergulho. Verifique a aba de inventário (Tab) para não deixar pontos sobrando. Como não há opção de reset, escolha com cautela se vale economizar pontos para habilidades mais caras dos níveis seguintes.
Com essas orientações, jogadores ganham vantagem desde os primeiros minutos em The Last Caretaker, garantindo recursos, segurança e autonomia energética antes de explorar territórios mais perigosos.
Com informações de TheGamer
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