14 de novembro de 2025 – Lançado hoje para todos os consoles atuais, Call of Duty: Black Ops 7 chegou ao mercado com uma novidade inusitada: um mapa multijogador chamado “Green Screen”, pensado exclusivamente para streamers e produtores de conteúdo.
O cenário fica disponível apenas em Partidas Privadas e foi criado para facilitar a captura de imagens que ilustrem miniaturas e vídeos. Segundo a desenvolvedora Treyarch, a ideia surgiu após a inclusão de um espaço semelhante no mapa “Studio”, em Black Ops II. “Esse era um objetivo desde aquela época”, informou o estúdio em publicação no X (antigo Twitter).
Recepção morna e críticas iniciais
A novidade, porém, não amenizou o descontentamento de parte da comunidade. Com números considerados modestos para os padrões da franquia na estreia e avaliação “Mista” na Steam, jogadores apontam vários problemas, entre eles:
- Impossibilidade de pausar a campanha solo;
- Enredo considerado “caricato” por alguns usuários;
- Uso declarado de inteligência artificial generativa na criação de certos recursos visuais, como cartas de chamada.
A revelação sobre o emprego de IA, detalhada na página do jogo na Steam, rendeu comparações nada elogiosas a artes geradas automaticamente. Comentários afirmam que alguns elementos “parecem ter saído diretamente de um gerador de imagens”.
Ano concorrido para jogos de tiro
O lançamento de Black Ops 7 acontece em um período movimentado para o gênero, que em 2025 também recebeu Battlefield 6, Arc Raiders, um novo Doom e Borderlands 4. Nesse cenário competitivo, a recepção morna do título da Activision chama atenção.
Imagem: Internet
Call of Duty: Black Ops 7 foi desenvolvido pela Treyarch em parceria com a Raven Software, utiliza a IW Engine e tem classificação indicativa Mature 17+ devido a violência intensa, linguagem forte, temas sugestivos, sangue e uso de drogas.
Com informações de TheGamer
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