O presidente americano usou as redes sociais para elogiar o senador e pré-candidato à presidência. O gesto ocorre dias depois de reunião oficial na Casa Branca e projeta Flávio no cenário internacional.
No dia 02 de junho de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uso de suas redes sociais para expressar publicamente seu apoio ao senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Este gesto de Trump surge poucos dias após um encontro oficial entre os dois líderes na Casa Branca, em Washington, que destacou a importância das relações bilaterais.
Em sua postagem, Trump referiu-se a Flávio como “um jovem inteligente que ama muito seu país”, um reconhecimento que pode influenciar a imagem do senador brasileiro no cenário internacional. O elogio pode ser interpretado como um fortalecimento dos laços entre os dois países, especialmente em um momento em que as questões comerciais e políticas estão em destaque.
Na mesma data, a preocupação com a imposição de novas barreiras comerciais pelos Estados Unidos cresceu. O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) divulgou um relatório que critica a governança do Banco Central do Brasil e questiona o funcionamento do sistema de pagamentos conhecido como Pix, classificando as regras brasileiras como “práticas desleais”.
Os técnicos norte-americanos informaram que a proposta de sobretaxa de 25% será submetida a uma série de audiências públicas, com a primeira sessão marcada para o dia 6 de julho. A decisão final sobre a implementação dessas novas tarifas ficará a cargo de Donald Trump, que possui autoridade legal para regular o comércio exterior em situações emergenciais, conforme a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.
Flávio Bolsonaro comentou que pediu a Trump para deixar as empresas brasileiras fora das novas tarifas, buscando proteger os interesses comerciais do Brasil. Isso ocorre em um contexto em que, no primeiro semestre de 2025, o governo dos EUA já havia aplicado tarifas de 40% sobre produtos de países como Brasil, China, México e Canadá, refletindo as tensões nas relações comerciais.
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