Reunidos em Evian, na França, os líderes do G7 fecharam acordo para apertar o cerco econômico à Rússia. As medidas miram diretamente o petróleo e o gás, principais fontes de receita do Kremlin para financiar o conflito.
Os líderes do G7 se reuniram e concordaram em intensificar a pressão sobre a Rússia, especialmente por meio de sanções direcionadas à sua principal fonte de financiamento da guerra na Ucrânia: os hidrocarbonetos. Esta decisão foi anunciada nesta terça-feira, 16 de junho de 2026, por uma fonte diplomática francesa ao final de uma importante sessão dedicada à Ucrânia durante a cúpula do G7, que está ocorrendo em Evian, no leste da França.
A diplomacia internacional ganha novo impulso com essa abordagem, pois os líderes do grupo das grandes economias industrializadas se comprometeram a agir de forma unificada. “Os líderes concordam em aumentar a pressão sobre a Rússia, em particular por meio de sanções ao petróleo e ao gás”, afirmou a fonte diplomática, destacando o foco das ações futuras.
Durante a cúpula, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, também esteve presente, reforçando a importância do apoio internacional à Ucrânia. Os governantes dos países do G7 se mostraram determinados a fornecer à Ucrânia os meios necessários para sua defesa. Isso inclui a entrega de sistemas de defesa antiaérea e outras ferramentas que ajudarão o país a se proteger e a consolidar os avanços já alcançados em sua resistência.
A reunião do G7 não só destaca a unidade entre os países industrializados, mas também reflete uma preocupação crescente com a segurança na Europa. Com as tensões elevadas, a colaboração entre essas nações se torna essencial para enfrentar os desafios impostos pela agressão russa. O apoio à Ucrânia é uma prioridade, e as sanções são vistas como uma maneira eficaz de pressionar o governo russo a reconsiderar suas ações.
Com o cenário internacional em constante mudança, o G7 está se posicionando para responder a crises globais de maneira coordenada e eficaz, reafirmando seu compromisso com a paz e a estabilidade na região. A determinação dos líderes é um sinal claro de que a luta pela soberania da Ucrânia continuará a receber atenção e apoio em nível global.
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