No 2º trimestre de 2026 a estatal obteve lucro líquido de R$ 52,4 bilhões, avanço de 97% sobre 2025. Produção chegou a 2,7 milhões bpd; refino operou a 101% e exportações beiraram 1 milhão bpd.
A Petrobras alcançou um lucro líquido de R$ 52,4 bilhões (US$ 10,4 bilhões) no segundo trimestre de 2026, marcando um crescimento de 97% em relação ao mesmo período de 2025. Este resultado se destaca como um dos maiores da história trimestral da companhia.
A companhia ressaltou que esse desempenho foi impulsionado por recordes na produção de óleo, que atingiu 2,7 milhões de barris por dia, assim como uma utilização de 101% do seu parque de refino. As exportações também foram significativas, alcançando quase um milhão de barris diários.
Além disso, a elevada utilização do parque de refino permitiu uma produção de 509 mil barris diários de diesel S10 e 109 mil de querosene de aviação. A produção total de derivados chegou a 1,9 milhão de barris por dia, representando um crescimento de 5,6% em comparação com o primeiro trimestre de 2026.
Com esse aumento na produção de derivados, a Petrobras conseguiu reduzir suas importações em 40% em relação ao trimestre anterior. Essa estratégia de otimização demonstra a eficiência da empresa em suas operações.
“Os recordes operacionais que alcançamos neste segundo trimestre nos levaram a um dos maiores resultados financeiros trimestrais da série histórica da Petrobras. O aumento do volume de produção de óleo e de derivados, combinado ao Brent mais alto, fortaleceu nossa geração de caixa”, destacou o diretor financeiro e de relacionamento com investidores, Fernando Melgarejo.
No campo dos investimentos, a Petrobras aplicou R$ 26,7 bilhões (US$ 5,3 bilhões) no segundo trimestre de 2026, sendo que 82% desse montante foi direcionado para o segmento de exploração e produção. Entre os principais investimentos estão as unidades P-80, P-82 e P-83, com previsão de início de operação em 2027.
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