O pré-candidato à Presidência prometeu prioridade total às reformas trabalhista, política e administrativa. Revisão da reforma tributária também entra no pacote do primeiro dia.
Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, fez declarações ambiciosas sobre sua proposta de governo. Durante uma entrevista ao Canal Livre, da Band TV, Caiado afirmou que, caso seja eleito, enviará uma série de reformas ao Congresso no primeiro dia de seu mandato.
Ele destacou a reforma trabalhista, política, administrativa e a revisão da reforma tributária como prioridade em sua agenda. A determinação de Caiado é clara: “Encaminharei no primeiro dia, não vou deixar para o segundo. Vou rever a reforma tributária. Reforma administrativa, reforma política, reforma trabalhista. Encaminharei todas elas no primeiro dia do meu governo. Junto com o terrorismo e junto com a anistia”, declarou.
Além das reformas, um aspecto polêmico da proposta de Caiado é a categorização de facções criminosas como terroristas, além da anistia aos envolvidos nos acontecimentos de 8 de Janeiro. Essa posição reflete uma abordagem direta e assertiva em relação à segurança pública e à justiça social.
Outro ponto abordado por Caiado foi a dívida pública do Brasil. Ele prometeu estabilizar essa dívida no primeiro ano de governo e, posteriormente, reduzir sua proporção em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) em 1 ponto percentual a cada ano. “No primeiro ano fica essa dívida, ainda estou terminando os cálculos. Eu estabilizo a dívida PIB e cada ano eu baixo 1 ponto percentual. Esse é o projeto meu para trabalhar nesse sentido. Se eu disser isso para os empresários, eles investirão no Brasil”, completou.
Em suas críticas ao governo atual, Caiado se referiu a ações como o programa Desenrola, que visa a renegociação das dívidas das famílias. Ele questionou: “Senhor Lula, quem é que enrolou? Quem foi que enrolou o povo brasileiro nessa dívida toda?”. Essa retórica demonstra a intenção de Caiado de se posicionar como uma alternativa ao governo atual, buscando atrair eleitores insatisfeitos.
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