Dan Pinchbeck, cofundador do estúdio britânico The Chinese Room, revelou que seu principal objetivo quando assumiu o desenvolvimento de Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 era mudar o nome do jogo e eliminar o “2”, para evitar que o projeto fosse visto como uma continuação direta do RPG cult de 2004.
Em participação no podcast The Goth Boss, apresentado por Cat Burton e destacado pelo site GamesRadar+, Pinchbeck contou que manteve diversas reuniões com a publicadora Paradox Interactive para tentar convencer a empresa a adotar um novo título. “Parecia a coisa mais importante: deixar claro que não era Bloodlines 2. Não dava para fazer Bloodlines 2. Não havia tempo nem dinheiro suficientes”, afirmou.
Segundo o desenvolvedor, apresentar o jogo como sequência criaria expectativas impossíveis de atender. “Ninguém ficaria satisfeito. Os fãs do primeiro Bloodlines não veriam o que esperavam, e quem não conhecia o original teria em mãos um jogo apressado e falho”, explicou. Pinchbeck acrescentou que, em escala de produção, o estúdio não conseguiria criar algo do porte de Skyrim, mas poderia entregar algo mais próximo de Dishonored.
Apesar das tentativas, o nome permaneceu inalterado. O estúdio, no entanto, recebeu liberdade para desenvolver sua própria visão do projeto. Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 foi lançado em 21 de outubro de 2025, desenvolvido pela The Chinese Room e publicado pela Paradox Interactive. O título, construído na Unreal Engine 5, chegou ao mercado com classificações mistas: média de 63/100 no OpenCritic e apenas 27 % de recomendações de críticos.
Imagem: Internet
Com informações de The Gamer
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