O senador enviou carta a Marco Rubio em 2 de junho de 2026 solicitando que Washington não imponha tarifas ao país. A iniciativa reforça pedido feito pessoalmente por Flávio ao governo americano.
No dia 02 de junho de 2026, o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), enviou uma carta à Casa Branca, endereçada ao Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Em seu comunicado, Flávio expressou sua preocupação com a possibilidade de novas tarifas sendo impostas ao Brasil, reiterando seu pedido formal para que os EUA não adotem tais medidas. O senador destacou:
“Eu escrevo para reiterar, formalmente, o pedido que fiz pessoalmente: que os Estados Unidos não imponham tarifas sobre o Brasil”.
Essa ação de Flávio ocorre em um contexto em que o governo americano está propondo uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. O senador já havia discutido a questão diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em reuniões que contaram com a presença do vice-presidente JD Vance e do secretário de Estado Marco Rubio. Durante essas conversas, Flávio enfatizou a importância da valorização da tecnologia e da produção nacional, mencionando setores estratégicos como o agronegócio, o sistema de pagamentos PIX e o etanol.
Flávio também fez uma previsão otimista sobre sua candidatura, afirmando:
“Como já disse, estou confiante que serei eleito presidente do Brasil em outubro”.
Além de abordar as tarifas, o senador expressou sua gratidão ao governo dos EUA pela classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, ressaltando a importância dessa decisão. Ele afirmou:
“Estou especialmente grato pela sua decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas”.
Recentemente, o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu uma investigação que identificou políticas e práticas do governo brasileiro como irrazoáveis, resultando na proposta de imposição de tarifas sobre mercadorias do Brasil. As alegações incluem que as ações do Brasil oneram e restringem o comércio dos EUA. A decisão se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que foi citada por Flávio em sua correspondência. O relatório final da investigação apontou irregularidades em áreas como comércio digital, tarifas preferenciais desleais, medidas anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e combate ao desmatamento ilegal.
Siga o Ensinando a Vencer e receba nossos conteúdos em primeira mão.






