Republicanos e MDB confirmam evento conjunto para 1º de agosto em São Paulo. A convenção unificada deve formalizar candidaturas e ampliar a aliança para o Senado.
Os partidos que compõem a chapa do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, estão mobilizados para realizar uma convenção conjunta, prevista para o dia 1º de agosto. O evento será realizado no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, onde os candidatos para as eleições de 2026 serão formalizados.
A ideia de um anúncio unificado entre as legendas já havia sido discutida anteriormente. O Republicanos, partido do governador, e o MDB, liderado pelo vice Felício Ramuth, já fecharam um acordo para participação no evento.
Além disso, existe a expectativa de que partidos com candidatos ao Senado se juntem à convenção. A federação União-Progressista, com Guilherme Derrite do PP, e o PL, que apresenta André do Prado, estão entre os que podem participar. O Podemos também foi convidado e ainda está deliberando se lançará a candidatura do deputado federal Delegado Palumbo ou do empresário Geraldo Rufino ao Senado, mas mantém apoio à reeleição de Tarcísio.
A organização do evento surge em um contexto de desafios recentes enfrentados por algumas das siglas envolvidas, incluindo o PL e o PP, que estão lidando com questões relacionadas a autoridades mencionadas em investigações. Flávio Bolsonaro e Ciro Nogueira, líderes dos respectivos partidos, estão avaliando como esses episódios podem impactar suas estratégias.
Uma das propostas discutidas é que, antes da convenção, os partidos realizem eventos separados para formalizar as candidaturas dos convencionais, seguido de uma reunião conjunta. Essa estratégia visa garantir que todos os detalhes sejam organizados adequadamente antes do evento principal.
Além da convenção, outros eventos já têm data marcada. No dia 20 de junho, o PL fará o lançamento oficial da candidatura de André do Prado ao Senado, também no Ginásio do Ibirapuera. Embora um evento de formalização de apoio do PP ao governador já tenha sido programado, ele foi adiado indefinidamente devido a uma operação da Polícia Federal envolvendo o presidente nacional do partido, Ciro Nogueira. A pré-candidatura de Derrite foi formalizada antes da operação, garantindo que o processo eleitoral siga em frente.

