O presidente dos EUA causou risos ao entrar na sala da cúpula em Evian, França. A frase provocou reação imediata dos demais líderes reunidos para debater crescimento econômico global.
Na manhã desta quarta-feira, 17 de junho de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma declaração marcante ao chegar ao terceiro dia da cúpula do G7, realizada em Evian, na França. Ao entrar na sala onde os demais líderes já se encontravam, Trump afirmou:
“Eu sou o chefe”
. Esta afirmação gerou risadas entre os participantes, que estavam prontos para iniciar a sessão de trabalho dedicada a discutir estratégias para retomar um crescimento econômico equilibrado.
Trump, que entrou por último, se dirigiu à mesa, onde estavam sentados outros líderes do G7 e convidados, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após a declaração, ele ocupou seu lugar à direita do anfitrião da cúpula, o presidente francês Emmanuel Macron, enquanto um largo sorriso se formava em seu rosto.
O clima durante a reunião foi descontraído, com Trump reclamando sobre o calor na sala. Ele, acostumado a ambientes mais frescos, mencionou que estava
“calor demais”
para o seu gosto. Desde sua chegada a Evian na segunda-feira, o presidente americano demonstrou uma postura conciliadora, algo que surpreendeu alguns observadores, considerando seu histórico em eventos multilaterais.
Diferentemente de outras ocasiões, Trump aceitou ratificar um comunicado sobre a situação na Ucrânia, que inclui um apelo por maior pressão sobre a Rússia. Este comunicado também elogiou o acordo entre os Estados Unidos e o Irã, destacando a
“firme liderança do presidente Donald Trump”
nesse processo.
Outro momento notável da cúpula foi quando o chefe de Governo da Alemanha, Friedrich Merz, presenteou Trump com uma camisa da seleção alemã de futebol, que trazia seu sobrenome e o número 47, em referência ao seu status como 47º presidente dos Estados Unidos. Além disso, Trump aceitou o convite de Macron para um jantar no Palácio de Versalhes, onde expressou seu entusiasmo ao dizer:
“Versalhes não é folheado a ouro. É ouro de verdade”
, destacando seu apreço por locais de grande opulência.
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