Nvidia apresentou o DLSS 5 nesta semana, nova versão de sua tecnologia de upscaling por inteligência artificial. O recurso promete melhorar iluminação, aumentar a resolução de texturas em tempo real e, segundo a fabricante, levar qualidade gráfica de ponta a hardwares de médio desempenho.
Reações divididas
Parte do público considera que a chegada do DLSS 5 pode democratizar gráficos de alto nível, reduzindo a necessidade de investir em placas de vídeo mais caras. Outro grupo, porém, avalia como controversa a capacidade do software de modificar a aparência de personagens, dando-lhes traços mais uniformes e maquiados — característica apontada em demonstrações envolvendo o fictício Resident Evil Requiem.
Contexto de mercado
O debate ocorre em meio ao aumento de preços de componentes como memória RAM, SSDs e GPUs, atribuído à demanda de data centers voltados a IA. Diante desse cenário, entusiastas defendem que upscalers avançados podem servir de “equalizador” entre o hardware disponível hoje e os requisitos dos jogos de amanhã.
O que o DLSS 5 faz
- Eleva resolução de imagens por IA, mantendo taxas de quadros mais altas.
- Realça iluminação e detalhes de texturas sem intervenção manual do desenvolvedor.
- Inclui opção que altera sutilmente modelos faciais, alvo de críticas por mudar a direção de arte original.
Controle do usuário
A Nvidia afirma que o recurso pode ser desativado no menu de opções. A empresa também declara que os estúdios “têm controle total” sobre o grau de intervenção do DLSS 5, embora não detalhe como essa decisão é tomada internamente.
Imagem: Internet
O lançamento comercial do DLSS 5 ainda não teve data revelada. Mais informações devem ser apresentadas pela Nvidia em futuras conferências de hardware e software.
Com informações de TheGamer
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