Dying Light: The Beast finalmente oferece uma resposta clara para o polêmico desfecho de The Following, expansão que mostrava Kyle Crane transformado em Volatile ou morto em um ataque nuclear. No novo jogo, o protagonista retorna vivo e parcialmente humano, e o roteiro explica como isso foi possível.
The Following, lançado após o primeiro Dying Light, apresentava dois finais: em um, a cidade era destruída por uma bomba nuclear; em outro, Crane sucumbia totalmente à mutação e virava um Volatile. A presença do personagem em The Beast, portanto, gerou dúvidas sobre qual conclusão seria considerada canônica.
A primeira pista surge no vídeo “Previously On Dying Light”, exibido antes do lançamento de The Beast. Na recapitulação, Crane afirma que tem “se agarrado aos últimos fragmentos de humanidade” enquanto era caçado pela GRE, indicando que não completou a transformação vista em The Following.
Mais adiante, durante a missão de história “Buried Truths”, uma conversa com a personagem Olivia detalha o que aconteceu. Ela revela que Crane estava “infectado, porém consciente” após os eventos da expansão e descreve o herói como “parte Volatile, parte humano”. Segundo Olivia, um cientista interveio e conseguiu restaurar parte da humanidade do protagonista.
Imagem: Internet
Essas informações justificam por que Kyle Crane não age totalmente como um Volatile em Dying Light: The Beast e explicam as novas habilidades que ele exibe na campanha.
Com informações de TheGamer
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