A Coreia do Norte emitiu um alerta nesta terça-feira, 14, indicando a aproximação do tufão Bavi. Este fenômeno meteorológico é esperado para provocar fortes chuvas e ventos intensos, o que pode ter consequências significativas devido à infraestrutura frágil e à economia debilitada do país. O líder Kim Jong-un solicitou “máxima vigilância” para minimizar os danos que podem ser causados pelo tufão.
Segundo informações do jornal estatal Rodong Sinmun, há uma expectativa de que o tufão perca força ao avançar, transformando-se em um sistema de baixa pressão antes de atravessar a região central do país pelo Mar Amarelo, entre esta terça-feira e quarta-feira, 15.
No último sábado, 11, o tufão Bavi atingiu a China com ventos de até 145 km/h, causando grandes ondas. O ciclone fez sua primeira aparição na província chinesa de Zhejiang às 23h20, horário local, conforme relatado pela agência estatal Xinhua.
Além da Coreia do Norte, a Coreia do Sul também enfrenta a situação de chuvas intensas. A previsão indica que áreas das regiões norte e central da Coreia do Norte devem receber entre 80 e 120 milímetros de chuva nesta terça-feira, enquanto as províncias do sul poderão registrar entre 150 e 200 milímetros. Fortes rajadas de vento também são esperadas na costa oeste e em áreas do interior.
As chuvas já estão afetando a Coreia do Sul, com alguns locais recebendo até 200 milímetros de precipitação. Inundações na província de Chungcheong resultaram em pessoas ilhadas, desalojando centenas de moradores.
A emissora KBS relatou que a correnteza de um rio arrastou um homem de 70 anos na região sul de Gyeongsang, que permanece desaparecido.
A agência meteorológica de Seul prevê que a chuva continue em todo o território sul-coreano entre esta terça e quarta-feira, com as precipitações se concentrando nas regiões centrais e na província de Jeolla, no sul.
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