JBS reportou prejuízo líquido de US$102 mi no 2º tri de 2026 e Fleury aprovou emissão de debêntures de R$1,83 bi. Também saem resultados de BTG, Itaúsa, JSL, Movida, Caixa Seguridade e Natura.
O radar corporativo desta terça-feira (11) traz resultados financeiros de importantes empresas do mercado. Entre as companhias em destaque, estão BTG (BPAC11), JBS (BDR: JBSS32), Itaúsa (ITSA4), JSL (JSLG3), Movida (MOVI3), Caixa Seguridade (CXSE3) e Natura (NATU3).
Fleury (FLRY3) – O Fleury aprovou a 11ª emissão de debêntures, totalizando R$ 1,83 bilhão, dividida em duas séries. Esta operação é destinada exclusivamente a investidores profissionais.
JBS (BDR: JBSS32) – A JBS anunciou seu balanço referente ao segundo trimestre de 2026, reportando um prejuízo líquido de US$ 102 milhões, revertendo o lucro do mesmo período do ano anterior. No entanto, a receita líquida alcançou um recorde de US$ 23,9 bilhões, representando um crescimento de 14% em relação ao segundo trimestre de 2025.
Itaúsa (ITSA4) – A holding controladora do banco Itaú Unibanco, Itaúsa, divulgou um lucro líquido recorrente de R$ 4,3 bilhões, um aumento de 7% em comparação ao mesmo período do ano passado. O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio foi de 18,7%, ligeiramente superior ao 18,3% registrado no ano anterior.
Caixa Seguridade (CXSE3) – A Caixa Seguridade registrou um lucro líquido gerencial de R$ 1,14 bilhão no segundo trimestre de 2026, representando uma alta de 9,5% em relação ao mesmo período de 2025. Comparando com o primeiro trimestre de 2026, houve uma leve queda de 0,2%.
Natura (NATU3) – A Natura reportou um lucro líquido de R$ 35 milhões, apresentando uma queda de 82% em comparação ao segundo trimestre de 2025. O resultado operacional, medido pelo Ebitda, caiu 5,9% no período, totalizando R$ 620 milhões.
BTG Pactual (BPAC11) – O BTG Pactual obteve um lucro líquido contábil recorde de R$ 4,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, com um crescimento de 7,2% em relação ao trimestre anterior e de 22,2% comparado ao segundo trimestre de 2025.
JSL (JSLG3) – A JSL divulgou seus resultados e reportou um lucro líquido de R$ 12 milhões, uma queda de 43,7% em relação ao segundo trimestre de 2025. No entanto, o lucro ajustado aumentou 366,2% em comparação ao trimestre anterior.
Movida (MOVI3) – A Movida apresentou um lucro líquido de R$ 136 milhões, com um crescimento de 101% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida atingiu R$ 3,7 bilhões, um recorde para a companhia.
A Armac (ARML3) recebeu a renúncia de José Augusto Pereira Aragão do Conselho de Administração. A Cobas Asset Management informou que agora detém 15,18 milhões de ações ordinárias da Brava Energia (BRAV3). A Technos (TECN3) pagará a segunda parcela da remuneração aos acionistas no valor total de R$ 10 milhões no dia 19 de agosto.
A Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11) obteve a Licença de Instalação para o projeto Juruá, com previsão de início das obras. A Auren Energia (AURE3) concluiu um protocolo de manifestação de interesse relacionado a cortes de geração de energia elétrica. A Lojas Renner (LREN3) contratou o BTG Pactual como formador de mercado para suas ações ordinárias na B3, visando aumentar a liquidez dos papéis.
Fonte: InfoMoney – Mercado
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